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Ivonete Eich

Ivonete Eich

Colunista social, jornalista, empresária, professora de matemática, química, física e biologia. Natural de Cerro largo RS. 
 

Quem sofre com inchaço e retenção de líquidos sabe bem que é na temporada de calor que os sintomas se intensificam. De acordo com a fisioterapeuta dermato funcional, esteticista e terapeuta naturista, Ducineia Lacerda, a explicação é simples: “No calor, os vasos sanguíneos se dilatam para ajudar o corpo a resfriar. Com isso, os líquidos que ficam nos vasos acabam saindo e se alojando no espaço entre as células, causando o inchaço, geralmente em partes mais extremas como pernas, pés e tornozelo”, diz ela.

A especialista ressalta que para combater o inchaço e a retenção de líquido, o ideal é garantir o bom funcionamento do organismo com a manutenção de uma alimentação saudável, prática constante de exercícios físicos, consumo de líquidos (pelo menos 2 litros por dia) e redução do estresse. “Quanto mais estressados estamos, mais iremos produzir a aldosterona, um hormônio que contribui com o aumento da retenção”, disse.

De acordo com a profissional, existem tratamentos estéticos capazes de remover as toxinas do corpo e ajuda a acelerar o metabolismo, melhorando a fluidez do líquido nos tecidos. A drenagem linfática é um dos tratamentos indicados. LEIA MAIS :

A natureza, retratada através de pinturas em óleo sob tela e acrílica de “pés de árvores” é a temática da exposição “Debaixo do Pé”, da artista plástica Rossana Vaz Mendes, que será aberta na terça-feira, 18, às 19h, na Galeria Municipal de Artes, no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho. 

Debaixo do Pé apresenta uma leitura singular acerca do tema natureza. A exposição apresenta forte brasilidade em suas cores e na sua abstração. Com a circulação da exposição, a artista visa valorizar e reaproximar o cidadão cosmopolita com a natureza, refletindo sobre sua atual relação com o meio ambiente.

Rossana explica que as obras não visam retratar a arte como ela é, mas sim mostrar a arte como expressão da criação, da intuição, da técnica e do sentimento. “A arte, por sua extrema receptividade, deve ter por conceito não apenas o belo, mas também o bom, o útil, regenerador social, o enriquecimento intelectual, sempre por sugerir reflexão sobre nossa vivência”, ressalta a artista. LEIA MAIS :

“Um grito de dor ainda tão presente nos corpos afrodescendentes que ainda lutam uma guerra tão desleal que é a de afirmar o seu lugar no mundo.” Assim a dramaturga Fátima Salvador descreve um pouco do espetáculo de dança “Tumbeiros”, que será apresentado pelo Coletivo Agulha Cenas, em curta temporada no Teatro Sesc Palmas, nos dias 27, 28 e 29 de junho.

O roteiro traz contos, poesias e cantos que instigam à reflexão sobre a vinda dos povos africanos para o Brasil, a partir de um contexto histórico que traz a dureza de um período cruel, avassalador e, ao mesmo tempo, marca um processo de resistência à invisibilidade e ao desprezo facultado aos negros escravizados no Brasil. A dramaturga de Tumbeiros é de origem quilombola, da Comunidade Kalunga do Mimoso-Albino, localizada entre os municípios de Arraias e Paranã.LEIA MAIS :

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