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Ivonete Eich

Ivonete Eich

Colunista social, jornalista, empresária, professora de matemática, química, física e biologia. Natural de Cerro largo RS. 
 

Profissionais das artes cênicas terão a oportunidade de participar do curso “Redescobrindo o Teatro na Quarentena – Estudo e Apresentação Online da Peça Diálogos”. Serão cerca de 50 horas de atividade, oferecida em formato virtual, via aplicativo Zoom. As aulas acontecerão de 11 de agosto a 07 de outubro, sempre às terças e quartas, das 20 às 23 horas.

Nesse período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19) muitas mães com suspeita ou confirmadas com a Covid-19 se perguntam se devem amamentar seus bebês. No entanto, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) defendem a manutenção da amamentação por falta de elementos que comprovem que o leite materno possa disseminar o novo coronavírus.

Para esclarecer essas dúvidas e incentivar a prática, a Secretaria Municipal da Saúde (Semus) exibe, durante a campanha Agosto Dourado, vídeos sobre amamentação e sua continuidade mesmo em mães confirmadas com Covid-19.

De acordo com a médica da Semus, Gboado Emmanuella Akowanou, um comunicado emitido pelo Departamento Científico de Aleitamento Materno (DCAM), da Sociedade Brasileira de Pediatria em março 2020, mostrou-se a favor da manutenção do aleitamento materno desde que as mães concordem com isso. “Nós sabemos que o leite materno é a melhor fonte de nutrição para maioria dos bebês. Partindo da revisão sistemática de evidências realizada pela OMS, concluíram que a presença de anticorpos IgA no leite das mães que já tiveram Covid-19 e que os componentes bioativos do leite materno protegem o recém-nascido contra a infecção”. LEIA MAIS:

A servidora pública Maysa Carvalho, 34 anos, sabe descrever bem o que amamentar naturalmente seus filhos, com livre demanda. Mãe de três meninos, Arthur, 9 anos, Lucca, três aninhos e Enrico, de um ano e dois meses, ela conta que alimentar os seus filhos foi uma das maiores felicidades que a maternidade lhe trouxe. “Sei que muitas mães não tiveram a mesma sorte que eu, apesar de que no início foi um pouco conturbado devido ao leite demorar a descer e as rachaduras nas mamas, logo depois tudo se normalizou, assim consegui manter um aleitamento em seio materno exclusivo por seis meses. Então não foi tão difícil. Tanto é, que os meus pequenos amamentaram até quando quiseram”, conta ela sorridente confidenciando que o caçulinha Enrico ainda desfruta das mamadas.

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